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Antes de qualquer coisa, dá um play e feche os olhos! Entre na tenda, acomode-se em seu lugar, pipoca em mãos! O espetáculo vai começar: 👇

 

 

“Respeitável público, atenção, atenção!

Vai começar o maiooor espetáculo da Terra! E o espetáculo hoje será diferente! Vai ter Biiicho da Maçã!

Bicho da maçã?

Sim!!

Vai ter Bicho da Maçã, sim senhor!! Que entre o Bichinho, então!”

 

Confessa aí! Você sentiu um friozinho na barriga agora, não sentiu? A música, o mestre de cerimônias, as cores da tenda do circo, aquele cheiro de pipoca quentinha! Que saudade da infância!

Hoje é o Dia Nacional do Circo e, se você achou um pouco estranho ter um bicho da maçã no picadeiro, leia até o final! 😊

 

Onde tudo começou: o palhaço

Não existe circo sem o palhaço, certo? O palhaço é aquela figura imprescindível no espetáculo. É ele quem atiça o público, que engaja, que faz gargalhar. Ok. Sabemos que tem gente com coulrofobia. Se é seu caso, vá direto para a próxima sessão!

O Dia Nacional do Circo foi criado em homenagem ao maior palhaço do Brasil, aquele que marcou a nossa história: o Piolin (ou, Abelardo Pinto, para os íntimos). Ele não foi um palhaço qualquer: foi contorcionista, acrobata, ciclista, músico (tocava violino e bandolim), até ser eternizado como o Piolin (barbante, em espanhol), nome surgido em uma brincadeira por ser muito magro e pelas suas pernas finas e compridas.

Mas calma, não foi bullying não! Tanto que em 1929 Abelardo incorporou-o a seu nome de batismo, tornando-se Abelardo Pinto Piolin.

 

Grande Piolin! (Fonte: Acervo Estadão)

 

No auge da carreira de Piolin (lá pelos anos 1920), os circos utilizavam animais para dar mais graça às suas apresentações. Hoje em dia a utilização de animais nos espetáculos é um tema muito controverso. Há os defensores do direto dos animais, que afirmam maus tratos aos bichinhos, e há os profissionais do circo que defendem que os métodos utilizados em cativeiro há tempos são baseados no carinho, afeto e recompensa aos animais.

A realidade é que muitas cidades e estados brasileiros já proibiram a prática e existe um movimento para aprovação de lei federal proibindo animais em circos. Este artigo da JovenPan trás os dois lados da moeda. E você? É a favor ou contra da utilização de animais em espetáculos?

Independentemente de seu ponto de vista, acho que podemos concordar com uma coisa: no mundo da literatura, animal em circo é muito bem-vindo! Duvida?

 

Afinal de contas, pode ter bicho (da maçã) no circo?

Tem Bicho no Circo, de Ziraldo
Editora Melhoramentos

Ziraldo é um grande desenhista e escritor. Em seu livro “Tem Bicho no Circo”, não há polêmica: os animais no circo são bem-vindos e felizes! Tem até o Bichinho da Maçã querendo entrar para o espetáculo.

Nessa história coloria e divertida (e em letra bastão, o que facilita a leitura dos pequenos leitores), o bicho da maçã se diverte com os animais do circo: tem leão, girafa, jacaré, foca, canguru… Tem de tudo! Tem também equilibrista, mágico e até um cavalo enfeitado! Ziraldo consegue, sempre com a mesma maestria, cativar o leitor e fazer sua imaginação brilhar. A cada página um animal é apresentado e, assim, o pequeno leitor pode descobrir suas formas, cores, gostos e o que mais a criatividade permitir!

Livros como estes são ideais para despertar nas crianças o amor pela leitura. A missão do Programa 1BOOK4LIFE é exatamente esta, fazer com que crianças e jovens em todo o Brasil se apaixonem pela literatura. Vem com a gente! Presenteie livros novos de literatura a alunos da rede pública por esse Brasil a fora!

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